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      Como a Reserva transformou o WhatsApp em canal estratégico de vendas e relacionamento

      A Reserva chegou a registrar 35% do faturamento originado via WhatsApp em determinados períodos, consolidando o aplicativo como pilar estratégico de vendas, não apenas ferramenta de suporte.

      O caso da marca mostra que WhatsApp funciona quando há processo estruturado por trás, não quando é tratado como experimento ou solução improvisada.

      Desde 2019, a empresa construiu um ecossistema que conecta comunicação, vendas consultivas, automação, pós-venda e integração entre canais, tudo acontecendo dentro do mesmo aplicativo.

      O modelo prova que resultado real vem de execução consistente, consentimento do cliente, relevância da mensagem e integração entre tecnologia e atendimento humano.

      WhatsApp como canal oficial desde 2019

      Em março de 2019, a Reserva anunciou publicamente que adotaria o WhatsApp como canal oficial de relacionamento com clientes. Naquela época, isso ainda era raro no varejo nacional. A maioria das marcas tratava o aplicativo como ferramenta de suporte ou contato eventual. A Reserva decidiu fazer diferente. 

      O objetivo era claro. Usar o canal para informar lançamentos, pré-vendas e novidades em primeira mão. Mas com uma condição que nem todas as empresas respeitam até hoje: o cliente precisava dar permissão explícita para receber essas mensagens. E poderia sair quando quisesse. 

      Rony Meisler, fundador da marca, explicou na época que a ideia era “entrar na casa do cliente com permissão”. A expressão resume bem a mentalidade. WhatsApp é um espaço pessoal. Invadir esse espaço sem critério quebra confiança. E confiança, uma vez perdida, raramente volta. 

      A estratégia inicial era simples. Nada de enviar mensagem todo dia. Nada de bombardear o cliente com promoção genérica. O foco era relevância. Se a marca ia mandar algo, precisava ser útil. Precisava fazer sentido naquele momento. 

      Essa base, construída lá atrás, permitiu que a Reserva escalasse o uso do canal nos anos seguintes sem perder a essência. Muita empresa começou pelo caminho contrário. Enviou mensagem em massa, sem critério, e queimou a própria lista em semanas. 

      Vendas consultivas ganharam tração durante a pandemia

      Com as lojas físicas fechadas em 2020, a Reserva acelerou o uso do WhatsApp como canal ativo de vendas. O modelo era consultivo. O cliente conversava diretamente com vendedores das lojas por meio do aplicativo. Recebia atendimento personalizado, tirava dúvidas, via fotos de produtos, montava looks e fechava pedidos sem sair da conversa. 

      Esse tipo de venda exige estrutura. Não basta distribuir o número da loja e esperar que funcione. É necessário treinar a equipe, integrar sistemas, garantir que o vendedor tenha acesso rápido ao estoque, consiga processar pagamento e acompanhar o pedido depois que a venda foi fechada. 

      A Reserva construiu isso. E os números comprovaram. Em junho de 2020, Rony Meisler afirmou em entrevista à CNN Brasil que o WhatsApp havia se tornado um canal “super-relevante” de vendas. Em alguns momentos, a empresa chegou a registrar até 35% das vendas originadas pelo aplicativo. 

      Isso não acontece por acaso. Venda consultiva funciona quando há conexão entre o cliente e o vendedor. O WhatsApp facilita essa conexão porque permite que a conversa aconteça no tempo do cliente. Ele pode responder quando quiser, voltar à conversa horas depois, enviar foto de uma peça que já tem em casa para pedir sugestão de combinação. 

      Esse tipo de interação não cabe em e-commerce tradicional. Também não cabe em televendas. O formato é exclusivo do canal. E a Reserva soube explorar isso antes da maioria das marcas entender que era possível. 

      Automação e campanhas em escala 

      Atendimento humano é importante. Mas escala exige automação. E a Reserva não ficou apenas na venda consultiva. A empresa estruturou campanhas automatizadas usando WhatsApp Business API integrada às plataformas de e-commerce e CRM. 

      Essas campanhas incluem recuperação de carrinho abandonado, confirmação de pedido, status de entrega, notificação de pagamento e comunicação segmentada baseada no comportamento do cliente. Tudo isso acontecendo dentro do WhatsApp, com taxa de abertura muito superior ao e-mail marketing. 

      Segundo estudos de caso do mercado, a Reserva alcançou CTRs significativamente maiores e ROI expressivo em campanhas realizadas no canal. Isso faz sentido. As pessoas abrem mensagem no WhatsApp. E-mail, nem sempre. Notificação push, muita gente desativa. SMS virou spam puro. 

      O WhatsApp mantém relevância porque ainda é percebido como canal de conversa, não de propaganda. Mas isso só dura enquanto as marcas respeitarem o espaço. Quando a automação vira invasão, o cliente bloqueia. E aí o canal morre. 

      A Reserva conseguiu equilibrar. Envia mensagens automatizadas, mas elas fazem sentido. Carrinho abandonado, por exemplo, é contextual. O cliente deixou algo no carrinho. A mensagem lembra disso. Não é propaganda aleatória. 

      Status de entrega também. O cliente quer saber onde está o pedido. Receber essa informação no WhatsApp é conveniente. Ele não precisa entrar no site, logar, procurar o pedido. A mensagem chega diretamente. 

      Esse tipo de automação melhora experiência. Não piora. E é exatamente por isso que funciona. 

      WhatsApp como eixo da estratégia omnichannel 

      Em junho de 2024, executivos da Reserva reforçaram publicamente que o WhatsApp é a ferramenta mais omnichannel da empresa. A afirmação pode parecer estranha à primeira vista. Afinal, omnichannel costuma estar associado a plataformas complexas, integrações caras, projetos longos. 

      Mas a lógica faz sentido. O cliente começa a jornada no site. Tem uma dúvida. Clica no ícone do WhatsApp. Continua a conversa com um vendedor. Finaliza a compra ali mesmo. Recebe confirmação. Recebe atualizações de entrega. Tira dúvida sobre o produto depois que recebe. Tudo no mesmo lugar. 

      Essa fluidez reduz fricção. O cliente não precisa pular entre canais. Não precisa repetir informação. Não precisa logar em sistemas diferentes. A conversa é contínua. 

      E isso impacta conversão. Quanto mais fricção, maior a chance de desistência. O WhatsApp remove barreiras. Permite que o cliente avance no ritmo dele, sem pressão, mas sem perder o contexto. 

      A Reserva conseguiu conectar pontos de contato online e offline usando o aplicativo como centralizador. A loja física usa WhatsApp. O e-commerce usa WhatsApp. O SAC usa WhatsApp. O pós-venda usa WhatsApp. Cada ponto alimenta o mesmo histórico de relacionamento. 

      Isso só funciona quando há integração real. Não adianta ter cinco números diferentes de WhatsApp, cada um isolado, sem conversar entre si. O cliente vai receber experiência fragmentada. E fragmentação mata percepção de qualidade. 

      A Reserva investiu em infraestrutura para que a integração acontecesse de verdade. E colhe os frutos disso até hoje. 

      Atendimento e pós-venda dentro do aplicativo 

      Embora não existam registros públicos detalhando processos formais de troca ou devolução totalmente via WhatsApp, o canal é amplamente utilizado pela Reserva para atendimento ao cliente, suporte pré e pós-compra, esclarecimento de dúvidas sobre pedidos e acompanhamento de entregas. 

      Esse uso contribui diretamente para a experiência do usuário. O cliente não quer ligar para call center. Não quer preencher formulário no site. Ele quer resolver rápido, sem sair do aplicativo que já está aberto. 

      O WhatsApp permite isso. E mais. Permite que a conversa seja visual. O cliente pode enviar foto do problema. O atendente pode enviar vídeo explicando a solução. Esse tipo de comunicação é impossível por telefone, difícil por e-mail, e raramente funciona bem em chat de site. 

      A Reserva usa o canal para reduzir carga em outros canais de atendimento. E isso traz eficiência operacional. WhatsApp é mais barato que telefone. É mais rápido que e-mail. E resolve melhor que formulário. 

      Claro que isso exige treinamento. A equipe precisa saber usar o canal de forma profissional. Não dá para responder como se fosse conversa pessoal. Mas também não dá para responder de forma robótica, fria, engessada. 

      A Reserva encontrou o tom. E isso não é trivial. Tom errado no WhatsApp afasta o cliente mais rápido que em qualquer outro canal. Porque o WhatsApp carrega expectativa de proximidade. Se a marca não corresponde, a decepção é maior. 

      O que outras empresas podem aprender com esse caso 

      O caso da Reserva não é irreplicável. Mas exige disciplina, processo e investimento. Não dá para copiar a estratégia sem construir a base. E muita empresa tenta fazer isso. Quer o resultado sem estruturar o caminho. 

      A primeira lição é simples. WhatsApp funciona quando há relevância. Sem esses dois pilares, o canal vira spam. E spam não vende. Pode até gerar receita pontual, mas destrói reputação. 

      A segunda lição é integração. O WhatsApp não pode ser um canal isolado. Precisa conversar com o CRM, com o e-commerce, com o sistema de estoque, com o ERP. Sem isso, a experiência fica quebrada. E experiência quebrada gera frustração. 

      A terceira lição é equilíbrio entre humano e automação. Venda consultiva exige atendimento humano. Mas escala exige automação. A Reserva usa os dois. E sabe quando aplicar cada um. 

      Mensagens transacionais podem ser automatizadas. Vendas consultivas precisam de gente. Atendimento simples pode ser automatizado. Resolução de problema complexo precisa de gente. Esse equilíbrio não vem de instinto. Vem de teste, dados, ajuste. 

      A quarta lição é tom de comunicação. A Reserva conseguiu manter proximidade sem perder profissionalismo. Isso é raro. A maioria das marcas erra para um lado ou para outro. Ou fica formal demais, distante, burocrática. Ou fica informal demais, perde credibilidade, parece amadora. 

      A quinta lição é consistência. A Reserva usa WhatsApp desde 2019. Não foi resultado de campanha pontual. Foi construção estratégica, ano após ano, com investimento contínuo, ajustes frequentes e compromisso de longo prazo. 

      Empresas que querem resultado rápido não vão conseguir replicar isso. WhatsApp como canal estratégico exige paciência. Exige construir base, testar, errar, corrigir, escalar devagar. 

      Por que muitas empresas falham ao usar WhatsApp 

      A maioria das empresas trata WhatsApp como tática, não como estratégia. Lança campanha sem estrutura. Envia mensagem em massa sem segmentação. Não treina equipe. Não integra sistemas. E espera que funcione. 

      Não funciona. 

      Outro erro comum é subestimar a importância do consentimento. Comprar lista de contatos e sair enviando mensagem é a forma mais rápida de queimar o canal. O cliente que não autorizou vai marcar como spam. Vai bloquear. Vai reclamar nas redes sociais. 

      Tem empresa que acha que WhatsApp é gratuito porque o aplicativo é gratuito. Mas WhatsApp Business API tem custo. Integração com plataformas tem custo. Treinamento de equipe tem custo. Estruturar processo tem custo. Quem entra achando que é de graça, desiste quando vê a conta. 

      Também tem o erro de não medir. A Reserva sabe quanto vende pelo canal. Sabe qual campanha traz ROI. Sabe onde está a fricção. Sabe o que funciona. Muita empresa usa WhatsApp sem acompanhar métrica nenhuma. E aí fica impossível otimizar. 

      Por fim, tem a falta de paciência. WhatsApp não entrega resultado em uma semana. Leva tempo para construir base de contatos com permissão. Leva tempo para treinar equipe. Leva tempo para integrar sistemas. Leva tempo para ajustar tom de comunicação. 

      A Reserva levou anos. E continua ajustando. Continua testando. Continua evoluindo. Porque sabe que canal relevante hoje pode perder relevância amanhã se não houver cuidado constante. 

      O papel da tecnologia por trás da operação 

      A Reserva não faz tudo manualmente. Usa plataformas especializadas para gerenciar o volume de conversas, automatizar fluxos e integrar o WhatsApp com outros sistemas. Segundo reportagens do setor, a empresa já utilizou soluções como Suiteshare e Gupshup para estruturar a operação. 

      Essas plataformas permitem que múltiplos atendentes usem o mesmo número de WhatsApp Business API, que conversas sejam distribuídas automaticamente, que histórico seja salvo, que métricas sejam acompanhadas em tempo real. 

      Sem tecnologia adequada, é impossível escalar. Um vendedor consegue atender quantas conversas por dia? Dez? Vinte? Trinta? Depende da complexidade. Mas tem limite. Quando o volume cresce, ou a empresa investe em tecnologia, ou a operação quebra. 

      A Reserva investiu. E isso permitiu que o canal crescesse sem perder qualidade. O cliente não percebe diferença entre atendimento manual e atendimento automatizado quando a automação é bem feita. Mas percebe rapidamente quando a automação é mal feita. 

      Integração com e-commerce também é essencial. O vendedor precisa acessar estoque, consultar preço, gerar link de pagamento, emitir nota fiscal, tudo dentro do fluxo de atendimento. Se ele precisar abrir cinco sistemas diferentes, o atendimento fica lento. E lentidão mata conversão. 

      A tecnologia não resolve tudo. Mas sem ela, nada funciona em escala. E a Reserva entendeu isso desde o início. 

      O futuro do WhatsApp como canal de vendas 

      A tendência é que o WhatsApp continue ganhando relevância no varejo. A Meta investe pesado no aplicativo como plataforma de negócios. Lançou catálogo de produtos, carrinho de compras nativo, integração com Facebook Shops, pagamento dentro do app em alguns países. 

      A Reserva já está preparada para essas evoluções. Porque construiu base sólida. Quando novas funcionalidades surgem, a empresa testa, avalia, incorpora o que faz sentido. Não precisa começar do zero. 

      Empresas que ainda não estruturaram o canal vão enfrentar dificuldade crescente. Porque o consumidor já espera que as marcas estejam no WhatsApp. E espera que o atendimento seja rápido, relevante, eficiente. 

      Quem não estiver preparado vai perder venda. Vai perder cliente. Vai perder mercado. 

      O caso da Reserva mostra que é possível construir operação robusta, lucrativa e escalável usando WhatsApp como pilar. Mas também mostra que isso não acontece sem planejamento, investimento e execução consistente.

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      Fontes 

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